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DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO DE GRUPO


Objetivo:
Criar no grupo, considerado hostil, um clima positivo. Integrar um grupo que resista ao treinamento.

Material:
Um quadro-negro ou diversas cartolinas, lápis ou caneta e folhas em branco.

Como Fazer:
1 - O animador, sentindo que os participantes do treinamento apresentam, na sua maioria, resistência ao curso, o que é facilmente observável, pelo comportamento ( por exemplo: no modo de agrupar-se, distante do animador), pede que formem subgrupos de três, com as pessoas mais próximas.
2 - A cada subgrupo será distribuída uma folha, na qual deverão responder à seguinte pergunta: "Como vocês se sentem em estar aqui ?" Solicita-se que cada subgrupo faça uma listagem de razões.
3 - A seguir o animador pedirá que cada subgrupo faça a leitura de sua listagem, que será escrita no quadro-negro ou na cartolina, caracterizando os pontos considerados positivos e negativos.
4 - Usando os mesmos "trios", o animador pede para responder à segunda pergunta: "Como vocês se sentem com a minha presença aqui? "
5 - Novamente as respostas serão lançadas no quadro-negro ou na cartolina, realçando-se os pontos positivos e negativos.
6 - Finalmente, o animador formula a terceira pergunta: "Como vocês se sentem em relação à pessoa que os mandou para o curso?", cujo resultado será lançado no quadro-negro ou cartolina, destacando novamente os aspectos positivos e negativos.
7 - A seguir, forma-se o plenário para uma análise geral das respostas dadas às três perguntas. Geralmente pode-se observar que nas respostas à primeira pergunta predominam os aspectos negativos, e na segunda ou terceira aparecem mais os positivos, o que demonstra que houve mudança de clima no curso e maior integração.


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DINÂMICA DO NÓ


Como Fazer:
1 - Os participantes de pé, formam um círculo e dão as mãos. Pedir para que não se esqueçam quem está a seu lado esquerdo e direito.
2 - Após esta observação, o grupo deverá caminhar livremente. A um sinal do animador o grupo deve para de caminhar e cada um deve permanecer no lugar exato que está.
3 - Então cada participante deverá dar a mão a pessoa que estava a seu lado (sem sair do lugar, ou seja, de onde estiver ) mão direita para quem segurava a mão direita e mão esquerda para quem segurava a mão esquerda. (como no início)
4 - Com certeza, ficará um pouco difícil devido a distância entre aqueles que estavam próximos no início, mas o animador tem que motivar para que ninguém mude ou saia do lugar ou troque o companheiro com o qual estava de mãos dadas.
5 - Assim que todos estiverem ligados aos mesmos companheiros, o animador pede que voltem para a posição natural, porém sem soltarem as mãos e em silêncio.
6 - O grupo deverá desamarrar o nó feito e voltar ao círculo inicial, movimentando-se silenciosamente.
7 - Se após algum tempo não conseguirem voltar a posição inicial, o animador libera a comunicação.

Avaliação:
Partilhar a experiência vivenciada e destacar as dificuldades.

Observação:
Sempre é possível desatar o nó completamente, mas quanto maior for o grupo, mais difícil fica. Sugerimos que se o grupo passar de 30, os demais ficam apenas participando de fora.


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AUTÓGRAFOS


Objetivo:
É evidente que esse conteúdo não deve ser explicado pelo monitor e sim ser produto de ampla e muitas vezes longa discussão, após a aplicação da técnica. Seu fundamento moral vale-se do choque que provoca ao se verem seus integrantes plenamente mergulhados em uma competição egocêntrica que se opõe a um sentimento de solidariedade. Ao terminar a aplicação da técnica, os participantes percebem que intuitivamente entraram em choque competitivo, rejeitando um sentimento de solidariedade que afinal, é a mensagem mais forte de todo propósito de sensibilização.

Material:
Papel, lápis ou caneta.

Como Fazer:
1. O monitor distribui a cada participante uma folha de papel em branco e pede ao mesmo que anote, ao alto, seu nome ou apelido qualquer que aceita com naturalidade.
2. Solicita a seguir que tracem um retângulo ao redor do nome.
3. Avisar aos participantes que terão dois minutos para cumprir a tarefa de colher autógrafos, pedindo que os demais assinem seus nomes de forma legível em sua folha.
4. Avisar também que, esgotado o tempo, todos deverão ter suas folhas em mãos.
5. Iniciar a atividade e marcar o tempo. Nesse momento é natural a formação de verdadeira balbúrdia, com todos os membros buscando rapidamente obter o maior número possível de autógrafos, ainda que tal ordem não tenha sido passada nem o monitor tenha colocado qualquer proposta de prêmio ou vitória por essa conquista.
6. Passados os dois minutos, o monitor interrompe a atividade e solicita que todos os participantes confiram o número de autógrafos legíveis obtidos.
7. Perguntar a cada um deles o número obtido e informar à classe ou ao grupo os três primeiros resultados.

Avaliação:
Iniciar a discussão da técnica, indagando inicialmente se haveria algum valor em atribuir-se qualquer destaque novo a prova de solidariedade aos participantes que mais autógrafos tivessem obtido. Receberá, quase que unânime, a resposta negativa. Indaga, então, se alguma forma a técnica se prestaria para identificar alguma solidariedade, pois não é difícil muitos perceberem que há muito egocentrismo na obtenção do autógrafo, mas não em sua doação. Embora todos se mostrassem ávidos em obter autógrafos, tiveram que também oferecer o seu, como alternativa para o recebimento. Não demorará muito e o grupo será levado a perceber que a mensagem da técnica é ensinar que toda conquista pressupõe doação, e que sem a ajuda de nossa espontaneidade pouco pode ser obtido.

 


A PALAVRA QUE TRANFORMA

OBJETIVO : Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas.

MATERIAL : um bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.

DESENVOLVIMENTO :
? Explicar que a água é a Palavra de Deus e os objetos somos nós.
? Dê um objeto para cada pessoa.
? Colocar 1º a bolinha de isopor na água.
? Refletir : o isopor não afunda e nem absorve a água. Como nós absorvemos a Palavra de Deus ? Somos também impermeáveis ?
? Mergulhar o giz na água.
? Refletir : o giz retém a água só para si, sem repartir. E nós?
? Encher de água o vidrinho de remédio. Despejar toda a água que ele se encheu.
? Refletir : o vidrinho tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo. E nós ?
? Mergulhar a esponja e espremer a água.
? Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada.
?
ILUMINAÇÃO BÍBLICA : Is 40,8 ; Mt 7,24 ; 2Tm 3,16


TESTEMUNHO DE FÉ

OBJETIVO : Mostrar que a fé (e o crescimento nela) é profundamente social.

MATERIAL : Uma bíblia para cada grupo.

DESENVOLVIMENTO : O animador orienta os participantes : Na nossa vida cotidiana, nos encontramos constantemente com pessoas que exercem uma influência grande sobre a nossa vida. Esta influência tanto pode ser positiva como negativa. o que se deve fazer diante da consciência desse fato?
Depois disso, cada um, em particular, identifica entre seus amigos, vizinhos, parentes : quantos realmente crêem? Quantos são católicos não praticantes? quantos mudaram de religião nos últimos tempos? Quantos vivem a fé, apenas seguindo os mandamentos ao pé da letra? Ainda em particular, cada um coloca por escrito os testemunhos de fé que encontrou em sua vida. A respeito de cada testemunho de fé que encontrou, analisar as repercussões que tiveram, dentro de si, mesmo.
Em grupo de 4 pessoas, compartilhar as reflexões pessoais. Trata-se de identificar os elementos comuns. em seguida, lêem os textos : Jo 3,21 - Mt 7,21 - Tg 1,22 - Jo 9,1-38 - Lc 5,5 - Mt 15,21-28.
Aprofundar a relação entre os testemunhos escutados e os textos estudados. Tiram suas conclusões para levar à plenária.

FÉ E VIDA

OBJETIVO : Mostrar que a fé deve estar ligada com a realidade e participação da comunidade.

MATERIAL : 3 copos com água e 3 sonrisal (efervescentes).

DESENVOLVIMENTOS : O Sonrisal é a nossa fé, o copo com água é a comunidade. No 1º copo colocar o sonrisal fechado no lado de fora do copo. Será que nossa fé não está igual o sonrisal, fechado e alheio à comunidade? Será que nossa fé não está alienada? No 2º copo colocar o sonrisal fechado dentro do copo. O sonrisal está na água mas não se mistura. Nós estamos dentro da Comunidade, mas será que não estamos fechados ao próximo que nos pede ajuda? Será que não vivemos uma fé individualista? Abrir um sonrisal e misturar com a água do 3º copo.O sonrisal irá se misturar com água e se transformará em remédio. Nossa fé dever ser transformadora, inserida na comunidade, deve estar ligada à ação. "A FÉ SEM OBRAS É MORTA".

 

JUVENTUDE E COMUNICAÇÃO
OBJETIVO : Criar comunicação fraterna e madura.

DESENVOLVIMENTO: distribuir aos participantes papéis e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher.

ANOTAR NA FIGURA:
Diante dos olhos : as coisas que viu e mais o impressionaram.
Diante da boca : 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida.
Diante da cabeça : 3 idéias das quais não abre mão.
Diante do coração : 3 grandes amores.
Diante das mãos : ações inesquecíveis que realizou.
Diante dos pés : piores enroscadas em que se meteu.
COLOCAR EM PLENÁRIO
- Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque?
- Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?
- Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que?
- Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo?
Por que?
ILUMINAÇÃO BÍBLICA : Marcos 7, 32-37

 

JOGO COMUNITÁRIO

OBJETIVO : Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos outros participantes.

MATERIAL : uma flor.

DESENVOLVIMENTO : os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para a pessoa que está à sua esquerda : senhor... (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou...
E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nome, passará a ser chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez de dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.
O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto mais rápido se faz à entrega da flor, mais engraçado fica o jogo.


ANJO DA GUARDA

OBJETIVO : Motivar os participantes em sua caminhada de grupo, ajudar a se conhecerem melhor e conhecerem-se uns aos outros.

DESENVOLVIMENTO: A dinâmica é um pouco parecida com "amigo secreto". Se for possível, deverá acontecer durante o ano todo ou por um longo período.
Pegar os nomes dos participantes, colocar numa pequena caixa, e redistribuir aos mesmos. A pessoa não poderá pegar seu próprio nome.
Cada um será o "Anjo da Guarda" daquela pessoa que pegou. Deverá mandar mensagens de otimismo quando ela estiver desanimada, elogiar quando fizer alguma coisa boa, ou criticar quando a mesma estiver atrapalhando a caminhada do grupo.
O Anjo da Guarda não deverá revelar o seu verdadeiro nome. Usará um pseudônimo ou apelido. Deverá ter uma caixa onde todos colocarão suas mensagens para serem distribuídas no final de cada encontro. Depois de um tempo definido pelo grupo deverá acontecer a revelação dos anjos. Depois poderá fazer um novo sorteio.

 

DINÂMICAS DE ORGANIZAÇÃO

PAINEL INTEGRADO

OBJETIVO: Trabalhar no "grupão" em equipes de forma prática, desenvolvendo a comunicação e reflexão dispensando o plenário e a centralização do encontro numa só pessoa.

DESENVOLVIMENTO :
Dividir o grupão em equipes da seguinte forma :
? Num grupo com 16 pessoas, poderá dividir em 4 equipes de 4 pessoas.
? Cada participante da equipe receberá uma letra: a, b, c, d
? As equipes receberão o tema a ser debatido e perguntas propostas.
? Após terem refletido sobre o tema serão formadas novas equipes.
? Os que tiverem a letra "a" formarão uma nova equipe. O mesmo acontecerá com os que tiverem a letra b, c, d.
? Agora todos partilharão o que foi debatido nas equipes anteriores.
? No final da dinâmica todos os participantes deverão ter tomado conhecimento de todas as reflexões feitas.


EU E MEU GRUPO

OBJETIVO : Avaliar o grupo e a contribuição de cada um de seus membros.

DESENVOLVIMENTO : Cada um responde em particular às perguntas:
? que me agrada no grupo?
? que não me agrada?
? que recebo dele? o que deixaria de ganhar se ele se acabasse?
? que recebo de cada pessoa?
? que ofereço ao grupo?
? qual foi a maior tristeza?
Cada um responde o que escreveu. É importante ressaltar que não se trata de discutir em profundidade mas principalmente de se escutarem reciprocamente. Depois de ouvir todo mundo, fazer uma discussão do que fazer para que o grupo melhore.

QUEBRA-CABEÇA

OBJETIVO : questionar no gruo se os encontros estão ou não sendo monopolizados por alguns e valorizar a participação de todos.

MATERIAL : Quebra-cabeças conforme a quantidade de equipes, com figuras que falem sobre união e participação de todos.

DESENVOLVIMENTO : dividir o grupo em equipes. Distribuir para cada equipe um quebra-cabeça. Antes você deverá trocar uma peça de cada quebra-cabeça. Cada equipe deverá ter um observador que irá anotar o comportamento dos participantes. Depois discutir na equipe:
? Houve a participação de todos?
? Alguém monopolizou? Alguém ficou de fora? Por que?
? Foi sentido a falta da peça? Alguém foi procurar a peça?
? O que a dinâmica e a figura tem a ver com o nosso grupo?
Poderão ser elaboradas outras perguntas, conforme a necessidade do grupo.

TROCA - TROCA

OBJETIVO : sentir a realidade do outro. Conscientizar de que somos diferentes uns dos outros.

MATERIAL : caixas de papelão ou sacos plásticos.

DESENVOLVIMENTO :
? Se o grupo for grande dividir em equipes
? Deixar em cada equipe uma caixa de papelão
? Pedir aos participantes tirarem seus sapatos e colocarem na caixa
? Ao sinal todos deverão colocar os sapatos novamente o mais rápido possível para sentir-se bem dentro de sua realidade
? Após 1 minuto, parar para avaliar o resultado
? Num 2º momento, recolher os sapatos e distribuí-los aos participantes, de tal modo que ninguém fique com os seus próprios sapatos.
? Ao sinal todos deverão colocar os sapatos do colega para sentir a realidade do próximo.
? Avaliar os últimos resultados, comparando-os com o 1º
ILUMINAÇÃO BÍBLICA : Rm 12,15

DESENHO DOS PÉS

OBJETIVO : Socializar, integrar, perceber a necessidade de assumir compromissos, crescer, valorizar-se

MATERIAL : uma grande folha de papel e lápis colorido para cada participante.

DESENVOLVIMENTO : O animador motiva os participantes a desenharem num grande papel o próprio pé. Em seguida, encaminha a discussão, de forma que todos os participantes tenham oportunidade de dizer o que pensam.
Todos os pés são iguais?
Estes pés caminham muito ou pouco?
Por que precisam caminhar?
Caminham sempre com um determinado objetivo?
Quanto já caminhamos, lembrar de pessoas que lutaram por objetivos concretos e conseguiram alcançá-los.
Terminada a discussão, o animador convida a todos que escrevam no pé que desenharam algum compromisso concreto que irão assumir.

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