BILHETES


Objetivo:
Exercitar a comunicação entre os integrantes e identificar seus fatores.

Material:
Pedaços de papel com mensagens e fita adesiva.

Como Fazer:
1. Os integrantes devem ser dispostos em um círculo, lado a lado, voltados para o lado de dentro do mesmo.
2. O coordenador deve grudar nas costas de cada integrante um cartão com uma frase diferente.
3. Terminado o processo inicial, os integrantes devem circular pela sala, ler os bilhetes dos colegas e atendê-los, sem dizer o que está escrito no bilhete.
4. Todos devem atender ao maior número possível de bilhetes.
5. Após algum tempo, todos devem voltar a posição original, e cada integrante deve tentar adivinhar o que está escrito em seu bilhete.
6. Então cada integrante deve dizer o que está escrito em suas costas e as razões por que chegou a esta conclusão.
7. Caso não tenha descoberto, os outros integrantes devem auxiliá-lo com dicas.

Avaliação:
O que facilitou ou dificultou a descoberta das mensagens? Como esta dinâmica se reproduz no cotidiano?

Sugestões de Bilhetes:
Sugira um filme para eu ver?; Cante uma música para mim?; Gosto quando me aplaudem.; Sou muito carente. Me dê um apoio.; Tenho piolhos. Me ajude!; Dance comigo.; Estou com falta de ar. Me leve à janela.; Me descreva um jacaré.; Me ensine a pular.; Tem uma barata em minhas costas!; Dobre a minha manga.; Estou dormindo, me acorde!; Me cumprimente.; Quantos anos você me dá?; Me elogie.; Veja se estou com febre.; Chore no meu ombro.; Sorria para mim.; Me faça uma careta?.


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LUZ DO MUNDO


Material:
Uma vela para cada participante, ambiente escuro (ideal se for feito à noite ou em sala que possa ter as janelas fechadas), fósforo ou isqueiro, pedaços de papel, lápis ou caneta, durex ou barbante.

Como Fazer:
1. Sentados em círculo, sugerir que fechem os olhos e façam uma oração silenciosa, por alguns minutos; enquanto isso apague as luzes do ambiente.
2. Comentar sobre a escuridão do ambiente, se é confortável ficar assim sentado no escuro, o que eles fazem quando acaba a luz.
3. O coordenador acende uma vela e lê o texto de Mateus 5, 14-16.
4. Perguntas:

- O que quer dizer este texto?

Adianta eu acender esta vela e colocá-la atrás de mim? (coloque a vela acesa atrás de você)

- Melhora se eu colocar a vela a minha frente e mais para o alto? (mostre a vela).

- E se cada um de nós tivesse uma vela, ficaria mais claro?
5. O coordenador levanta e dá a cada participante uma vela, mas não acende.
6. Perguntas:

- Ficou mais claro? Não, por que? O que falta?

- Cristo disse que ele era a luz do mundo, de que luz ele está falando?

- Ele quer iluminar os cantos escuros do mundo, como? Através de sua Palavra, de seu amor, de sua morte na cruz.
7. O coordenador sugere que cada um acenda a vela do seu vizinho dizendo algo sobre Cristo e ele começa colocando a chama de sua vela na do vizinho do lado, dizendo algo como: "Cristo te ama" ou "Jesus quer que você seja Luz do Mundo".
8. Cada participante deve fazer o mesmo, com o vizinho ao lado, falando uma frase diferente.
9. Agora ficou mais claro o nosso ambiente, claro com a luz de Cristo.
10. Perguntas:

- E o que Cristo diz desta luz, ela deve ficar escondida?

- O que nós devemos fazer com esta luz?

Conclusão:
Deixar um momento de reflexão e oração; acender as luzes da sala e apagar as velas.
Pedir que falem sobre o que pensaram e sugerir uma atividade para levar a luz de Cristo para outros.


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COSTA COM COSTA


Objetivo:
Desencadear no grupo o processo de descontração, facilitar o entrosamento e alongar o corpo, despertando-o e criando maior disposição para os trabalhos grupais.

Como Fazer:
1. Formar duplas.
2. Cada dupla deve ficar posicionada costa com costa, bem juntinha.
3. Pegar as mãos um do outro, por cima, de modo a ficarem bem esticados os braços.
4. Segurando as mãos, dobrar bem devagar para a frente, ficando com o corpo do parceiro sobre as costas.
5. Dobrar para a direita e para a esquerda, também.
6. Efetuar cada movimento ais de uma vez (pelo menos três).
7. Soltar as mãos, sem descolar os corpos.
8. Começar a virar, lentamente, sem descolar, de forma que os dois de cada dupla fiquem frente a frente, bem juntinhos.
9. Juntar as mãos, palma com palma.
10. Ir abrindo os braços, cm as mãos coladas, bem devagar, forçando para a frente (forças opostas), ficando em forma de cruz (braços abertos).
11. Deslizar as mãos e fechar os braços em torno do corpo do companheiro, abraçando-o.

Conclusão:
Todo esse ritual... só para um abraço. Que bom! "Aproveite e abrace tantas pessoas quantas você queira e possa."


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MINHA METADE ESTÁ EM VOCÊ


Objetivo:
Promover a aproximação das pessoas do grupo e incentivar o diálogo e novas amizades.

Preparação:
a) Recortar cartelas de cores variadas, tamanho aproximadamente de 10 x 5 cm, em número suficiente, de modo a não faltar para ninguém.
b) Escrever em cada cartela, uma frase significativa (pode ser versículo bíblico, parte de uma música, um pensamento, etc.).
c) Cortar as cartelas ao meio, de modo que a frase fique dividida.

Como Fazer:
1. A dinâmica inicia-se com a distribuição das duas metades, tendo o cuidado para que todos recebam.
2. Estabelecer um tempo para as pessoas procurarem as suas metades.
3. À proporção que cada dupla se encontrar, procurará um lugar para conversar: o ponto de partida é a frase escrita na cartela.
4. Após dez minutos, mais ou menos, o facilitador solicita que algumas duplas falem sobre a experiência (o que sentiram, como foi o encontro, etc.).


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EM BUSCA DO OLHAR


Objetivo:
Trabalhar o aprofundamento da integração no grupo e exercitar a comunicação não-verbal.

Como Fazer:
1. O facilitador solicita ao grupo que todos fiquem de pé em círculo a uma distância razoável.
2. Em seguida, pede-se que a pessoas se concentrem e busquem olhar para todos no círculo.
3. O facilitador poderá escolher uma música sentimental, leve, que favoreça o encontro não-verbal, até sintonizar numa pessoa cujo olhar lhe foi significativo.
4. Ao encontro desses olhares, as pessoas se deslocam lentamente umas para as outras, indo se encontrar no centro do grupo.
5. Abraçam-se e cada uma irá se colocar no lugar da outra.
6. O exercício prossegue, até que todos tenham se deslocado em busca de alguém, podendo, ainda, cada pessoa fazer seus encontros com quantas pessoas sinta vontade.

Conclusão:
Normalmente, essa experiência é de uma riqueza extraordinária. Barreiras são quebradas, pedidos de perdão são feitos, tudo isso sem que se diga uma palavra. Cabe ao facilitador ter sensibilidade para a condução de troca de experiências não verbais. Essa dinâmica também é excelente para encerramentos de atividades grupais em que as pessoas passaram algum tempo juntas.


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O PÊNDULO


Objetivo:
Estabelecer um clima de confiança e segurança entre as pessoas. É mais apropriado para grupos que já estão convivendo há algum tempo, onde já existe um certo grau de afinidade e empatia.

Como Fazer:
1. Pedir que as pessoas caminhem, devagar, passando umas pelas outras, olhando-se.
2. Formar subgrupos de três participantes.
3. Dois devem ficar em pé, frente a frente e o terceiro ficará entre os dois (de frente para um e de costas para o outro).
4. O do meio deve ficar bem ereto, pernas juntas, braços esticados e colados às pernas.
5. Os outros dois devem se posicionar com uma das pernas um pouco atrás, bem firmes, e as mãos espalmadas, em posição de apoio.
6. O do meio deve, de olhos fechados (preferencialmente), jogar o corpo inteiro - não flexionar apenas da cintura para cima, é o corpo inteiro mesmo! - para frente e para trás, formando um pêndulo.
7. Depois de alguns minutos, revezar, até que os três tenham participado do exercício.

Variação da Dinâmica:
Os mesmos procedimentos podem ser aplicados para subgrupos maiores (entre cinco e sete participantes). Desse modo, a pessoa que estiver no centro deve pender para todos os lados, suavemente.

Conclusão:

- Como foi estar no meio?

- Você teve medo?

- Confiou plenamente?

- Acreditou que poderia cair?

- O riso (se tiver acontecido) dos que estavam segurando lhe deixou inseguro?

- Teve dificuldade de se entregar totalmente? Por quê?

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