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LÍDER DEMOCRÁTICO
Objetivo:
Conscientizar os membros do grupo sobre as qualidades que são básicas de um líder democrático; possibilitar os participantes a uma tarefa grupal, no sentido de conseguir uma unanimidade em relação a definições que caracterizam o líder democrático.

Material:

Caneta; uma cópia da relação de definições e das qualidades.

Como Fazer:
1. O coordenador inicia falando sobre os quatro tipos de lideres, procurando enfatizar as características de cada um.
2. Formando subgrupos demonstrará com ênfase, primeiro um líder autoritário, depois mudando o subgrupo demonstra o líder paternalista, com novos voluntário demonstra o líder anárquico e por último demonstra um líder democrático.
3. Após apresentar sem informar qual tipo de líder é, pedir ao grupo para defini-los e nomeai-los um a um, explicando depois um a um.
4. Após a nomenclatura distribui-se as qualidades do líder democrático, para cada membro, e discute-se sobre cada um.
5. Definições:

a) Sabe o que fazer, sem perder a tranqüilidade. Todos podem confiar nele em qualquer emergência.

b) Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado por ele. Ao contrário, sabe agir de tal forma que cada um se sente importante e necessário no grupo.

c) Interessar-se pelo bem do grupo. Não usa o grupo para interesses pessoais.

d) Sempre pronto para atender.

e) Mantém calmo nos debates, não permitindo abandono do dever.

f) Distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro, entre o profundo e o superficial, entre o importante e o acessório.

g) Facilita a interação do grupo. Procura que o grupo funcione harmoniosamente, sem dominação.

h) Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal. Jamais desanima diante da opinião daqueles que só vêem perigo, sombra e fracassos.

i) Sabe prever, evita a improvisação. Pensa até nos minores detalhes.

j) Acredita na possibilidade de que o grupo saiba encontrar por si mesmo as soluções, sem recorrer sempre à ajuda dos outros.

l) Dá oportunidade para que os outros se promovam e se realizem. Pessoalmente, proporciona todas as condições para que o grupo funcione bem.

m) Faz agir. Toma a sério o que deve ser feito. Obtém resultados.
dd>n) É agradável. Cuida de sua aparência pessoal. Sabe conversar com todos.

o) Diz o que pensa. Suas ações correspondem com suas palavras.

p) Enfrenta as dificuldades. Não foge e nem descarrega o risco nos outros.

q) Busca a verdade com o grupo, e não passa por cima do grupo.
6. Qualidades:

01. Seguro

02. Acolhedor

03. Desinteressado

04. Disponível

05. Firme e suave

06. Juízo maduro

07. Catalisador

08. Otimista

09. Provisor

10. Confiança nos outros

11. Dá apoio

12. Eficaz

13. Sociável

14. Sincero

15. Corajoso

16. Democrático


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MAÇÃ
Objetivo:
Avaliar nossos laços de amizade.

Material:

Papel e caneta para cada um.

Como Fazer:
1. Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levado pelos seus amigos. (Lc 5,17-26: Mc 2,1-12; Mt 9,1-8).
2. O coordenador distribui a folha e caneta para todos, e pede para que cada um desenhe uma maçã em sua folha.
3. Na ponta de cada braço cada um deve escrever o nome de um amigo que nos levaria a Jesus.
4. Depois pede-se para desenhar outra maçã e no meio dela colocar o nome de quatro amigos que levaríamos para Jesus.

Comentários:
- Assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus?
- Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-me sempre?
- Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importante de que qualquer coisa?
- Tenho quatro pessoas que me levantam, se caio, e corrigem, se erro, que me animam quando desanimo?
- Tenho quatro confidentes, aos quais posso compartilhar minhas lutas, êxitos, fracassos e tentações?
- Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida?
- Posso contar com quatro amigos verdadeiros, que não me abandonariam nos momentos difíceis, pois não me amam pelo que faço, mas, pelo que sou?
- Sou incondicional de quatro pessoas?
- Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora?
- Há quatro pessoas que, em dificuldades econômicas, recorreriam a mim?
- Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim, que meu trabalho, descanso ou planos?
- No trecho do evangelho observamos algumas coisas como:

a) lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário.

b) o ambiente de amor, onde os amigos carregam o mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo.
c) os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus, conduzindo o enfermo para que seja curado por ele.

d) deixar-se servir pelos irmãos.

e) uma vez curado, carregar o peso da responsabilidade.


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NOME PERDIDO
Objetivo:
Ver a importância de sermos conhecido pelo nome "Jesus chama cada um pelo nome".

Material:

Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou caixa de papelão para colocar todos os crachás.

Como Fazer:
1. O coordenador deverá recolher todos os crachás colocar no saco ou na caixa.
2. Misturar bem todos estes crachás e depois entregar um crachá para cada pessoa.
3. Esta pessoa deverá encontrar o verdadeiro dono do crachá, em 1 minuto.
4. Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem crachá ou com o crachá errado, azar! Porque terá que pagar uma prenda.


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PARTILHA
Material:
Lápis ou caneta e uma folha de papel em branco para cada participante.

Como Fazer:

1. Formar um círculo e entregar uma folha em branco para cada participante, juntamente caneta ou lápis.
2. Pedir para todos iniciarem uma história qualquer que simboliza o seu cotidiano dentro da comunidade, da igreja.
3. Cada membro terá 35 segundos para essa parte e depois deste tempo passa para o membro da esquerda do grupo.
4. Pedir para um membro do grupo levar uma historia concluída e partilhar alguns fatos e falar se a historia terminou do jeito que ele estava imaginando.


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RIQUEZA DOS NOMES
Material:
Tiras de papel ou cartolina, pincel atômico ou caneta hidrográfica, cartaz para escrever as palavras montadas ou quadro-negro.

Como Fazer:
1. Os participantes de um grupo novo são convidados pelo coordenador a andar pela sala se olhando, enquanto uma música toca.
2. Quando o som para, escolher um par e ficar ao lado dele (a). Cumprimentar-se de alguma forma, com algum gesto (aperto de mão, abraço, beijo e etc).
3. Colocar novamente os pares a andar pela sala (desta vez são os dois andando juntos).
4. Assim que pára a música, devem se associar a outro par (fica o grupo com quatro pessoas).
5. Cada participante do grupo composto de quatro pessoas recebe uma cartolina e coloca nela seu nome (tira de papel também serve).
6. Após mostrar o nome para os outros três companheiros, os participantes deste pequeno grupo juntarão uma palavra com estas sílabas (servem apenas as letras).
Exemplo:

Anderson + JÚlio + DAiane = Ajuda

Airton + RoMIlton + ZAira + SanDEr = Amizade
7. Colocar a palavra formada num quadro-negro ou cartolina e o grupo falará sobre ela e sua importância na vida.


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SENTINDO O ESPÍRITO
Objetivo:
Mostra que não adianta falarmos do Espírito Santo se não provarmos e sentirmos ele em nossas vidas.

Material:
Uvas.

Como Fazer:
1. O coordenador deve falar um pouco do Espírito Santo para o grupo.
2. Depois o coordenador da dinâmica deve mostrar o cacho de uva e perguntar a cada um como ele acha que está o sabor destas uvas.
3. Obviamente alguns irão descordar a respeito do sabor destas uvas, como: acho que está doce, que está azeda, que está suculenta etc.
4. Após todos terem respondido o coordenador entrega uma uva para cada um comer.
5. Então o coordenador deve repetir a pergunta (como esta o sabor desta uva?).

Conclusão:
Só saberemos o sabor do Espírito Santo se provarmos e deixarmos agir em nós.


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TUBARÃO
Material:
Um local espaçoso.

Como Fazer:
1. O animador explica a dinâmica: "Imaginem que agora estamos dentro de um navio, e neste navio existem apenas botes salva-vidas para um determinado número de pessoas. Quando for dita a frase 'Tá afundando', os participantes devem fazer grupos referentes ao número que comporta cada bote, e quem ficar fora do grupo será 'devorado' pelo tubarão" (deve ser escolher uma pessoa com antecedência).
2. O número de pessoas no bote deve ser diminuído ou aumentado, dependendo do número de pessoas.

Conclusão:
a) Quem são os tubarões nos dias de hoje?
b) Quem é o barco?
c) Quem são os botes?
d) Alguém teve a coragem de dar a vida pelo irmão?


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LUZ VERSUS MEDO
Material:
Uma vela para cada participante, fósforo ou isqueiro e 2 balões.

Como Fazer:
1. Encha os dois balões e deixe escondidos.
2. Você vai precisar de um ajudante para estourá-los no momento combinado, sem que os outros saibam.
3. A sala precisa estar completamente escura.
4. Conduza os participantes a fazerem silêncio e diminuírem a agitação. Quando a sala estiver quieta, o ajudante estoura o balão.
5. Acenda uma vela, mostre a causa do barulho e pergunte quem se assustou e porque.
6. Direcione a conversa para o valor da luz, pois quando estamos nas trevas até mesmo uma coisa simples como um balão estourando nos assusta.
7. Compare com Jesus ser a luz da nossa vida.
8. Chame a atenção dos participantes para a iluminação; quem está em destaque, quem está no escuro, se todos podem ver uns aos outros bem.
9. Converse se no mundo é assim; como as pessoas vêem a presença de cada um dos participantes; como o falar sobre Jesus e a salvação é como ter uma vela acessa.
10. Comece a falar sobre a importância de haver mais luzes acesas (Jesus).
11. Dê a cada um uma vela e a acenda com a sua; fale de como espalhar o evangelho.
12. Assim que a sala estiver toda iluminada, estoure o outro balão.
13. Converse sobre a diferença no susto - maior ou menor que quando estava escuro, e o quanto a luz de Jesus nos afasta e nos ajuda a lidar com medo e sustos da vida.


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OBJETIVOS INDIVIDUAIS x OBJETIVOS DO GRUPO
Material:
Lápis e papel para os integrantes.

Como Fazer:
1. O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nos próximos dias ou semanas (viagens, ir bem numa prova, atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.).
2. Então, cada integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício.
3. Após apenas trinta segundos o coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinho da direita, e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que as folhas voltem à origem.
4. Então cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado e o que realmente foi desenhado.

Conclusão:
- Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos;
- Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldades em alcançá-los;
- O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de que maneira podemos ajudá-los;
- A importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas, etc..


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A VIDA SE TECE DE SONHOS
1º Passo:
1. Motivação inicial para a dinâmica. Não se explica muito, por isso pode inibir ou diferenciar em demasia o trabalho.
2. A partir do conhecimento de cada pessoa presente e '' do que se ouve falar por aí '', elencam-se : substantivos, adjetivos e verbos... que tragam presentes a realidade na qual vivemos. este primeiro momento chamamos de ''Tempestade de Idéias''. Vale tudo o que for dito. Podem ser indicadas algumas palavras que sejam essenciais (estas podem, de repente, não aparecer neste primeiro momento ). Cabe ao facilitador da dinâmica ver quais são estas palavras, tendo o cuidado de não listar muitas.
3. As palavras podem ser escritas em papeletas. O colorido pode ser dado pelas canetas(de preferência pincel atômico para facilitar a visualização). As papeletas podem ser colocadas no chão ou em uma parede deixando então um certo espaço vazio entre elas.

2º Passo:
1. Vale a criatividade do facilitador da dinâmica para elaborar questões sobre o que foi elaborado pelo grupo.
2. - A tarefa agora é ver quais os conceitos que estão diretamente ligados. Palavras que poderiam ter um significado maior ou diferente se estivessem conectadas a outras . Para isso usa-se fios, linhas, tiras para ligar uma a outra bem finos, de qualquer material papel, lã, etc...
3. Pode-se perguntar quais as possibilidades de se tecer sonhos a partir desse emaranhado de palavras ? O que é possível tecer a partir dos conceitos do 1º passo ? Onde estão situados os jovens nessa teia conceitual-social ? Há espaço ? O que pode estar ligado a ele ?

3º Passo:
- Iluminar com uma música, mensagem ou texto bíblico . Que elementos novos aparecem e são importantes ? Colocar esses elementos (iluminadores) em destaque na teia conceitual.

4º Passo:
- Partindo da realidade concreta, propor aos jovens que sejam buscadas:

a) Que experiências concretas conhecemos que ajudam a reconstruir essa teia (projetos de trabalhos, ações populares, associações, ongs, ações possíveis e concretas).

b) Trazer testemunhos destas experiências ou pessoas que possam relatar o seu trabalho. A idéia é que o "tecer novos sonhos" não fique só no papel, mas passe para a ação concreta.

5º Passo:
1. A partir do que vimos e ouvimos que ações, como jovens protagonistas, vamos assumir (individualmente e em grupo)? É hora de assumir um compromisso de realidade no grupo.
2. Motivar o grupo a construir um símbolo destes momentos vivenciados na dinâmica. Este elemento é para ficar vivo na memória, o que as pessoas e o grupo assumiram concretamente.
3. Termina-se com um momento de oração.

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