Eucaristia torna constantemente presente Cristo ressuscitado

O Ano da Eucaristia foi o último legado de João Paulo II que o Papa Bento XVI assumiu no seu Pontificado. Joseph Ratzinger em sua "primeira mensagem como sucessor de Pedro" pediu a todos os fiéis para intensificarem o amor e a devoção à Eucaristia e a exprimir de modo claro e corajoso a fé na presença real de Cristo.

O Sumo Pontífice, chamando de providencial coincidência o fato de seu pontificado iniciar no momento em que a Igreja vivia o Ano dedicado à Eucaristia, disse que a Eucaristia, coração da vida cristã e fonte da missão evangelizadora da Igreja, não poderia deixar de constituir o centro permanente e a fonte do serviço petrino que lhe foi oferecido.

A poucas semanas do encerramento do Ano da Eucaristia, em Setembro, Bento XVI dirigiu-se em especial aos sacerdotes. O Papa fez votos para que eles retirassem daquele ano um amor renovado pelo sacramento que celebram. "Sabemos bem que a validade do sacramento não depende da santidade do celebrante, mas a sua eficácia, para ele mesmo e para os outros, será tanto maior quanto mais ele o vive com fé profunda, amor ardente, espírito fervoroso de oração", destacou o Papa.

O Sumo Pontífice se dirigiu também "a Maria, rezando de modo especial pelos sacerdotes do mundo inteiro, para que retirem deste Ano da Eucaristia o fruto de um amor renovado no sacramento que celebram".